Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
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música: fado marujo português
receita que a minha Mãe me mandou
Um “BACALHAU À MODA da MÃE”
uma memória minha dos almoços com os filhos e com os netos.
Esta receita interessa a mães de família numerosa e fala dos dias em que tenhamos posto na mesa para um bom almoço de domingo um rico “ BACALHAU COM TODOS” .... um prato que fica sempre caro.... e como é bom todos comem de barriga cheia.
Pois, se sobrar um restinho atrevo-me a , com base na minha experiência de economia doméstica, dar uma sugestão para o dia seguinte:
- com cuidado, por causa de alguma espinha, aproveitar as lasquinhas de bacalhau que tenham sobrado, poucas que sejam, louvores a Deus...
deitar para um tacho (que possa ira o lume);
- juntar os pedaços de pão seco que tenham ficado na mesa no cesto do pão e partir aos bocados pequenos e deitar no tacho;
- vamos amolecendo (em lume muito brando) com leite ou um restinho de canja;
- ir mexendo às vezes com uma colher de pau
- juntar uma boa colher, das de sopa, de margarina Vaqueiro cozinha;
- Juntar uma boa ramalhada de salsa e coentros, bem picados
- mexer bem, sempre e só com a colher de pau, e quando já estiver bem quentinho, juntar 1 quadrado de peixe ( qualquer marca)
- mexer
Tirar do lume e reservar.
- juntar as gemas – 1 ovo por barriga, contando quem se vá sentar à mesa (a mãe tem obrigação de contar com ela, também. Há que não esquecer que é sobre as forças da Mãe que cai o maior peso do trabalho no dia-a-dia no lar.)
- mexer bem - fora do lume – até ficar uma papinha
- junta, à parte, numa tigela, leite com 2 colheres de farinha maizena, diluir bem e lançar sobra a massa
Deitar a massa numa tigela grande, verificar o paladar, corrigindo com sal refinado, se necessário, e reservar.
Bater à parte as claras em castelo bem firmes.
- Deitar na tigela sobre a massa envolvendo com a colher de pau com muito jeitinho, devagar, com muito cuidado...
Numa forma de pudim, bem untada, deitamos toda a massa e vai ao forno, previamente aquecido – mas não muito forte; deixar cozer.
Para se verificar se já está cozido, picar no meio com um palito e verificar se fica sequinho. Aguardar que a massa fique lourinha.
Trazer para a mesa num prato largo para permitir depois cortar ás fatias.
Acompanhar com salada fresquinha, muita.
Os netos pedem sempre: “ Avó, há Katchup?”, os filhos procuram gulosos um restinho de maionese.
Tenho amigas que chamam a este prato um “ soufflé pobre”, não faz mal – eu acho que é só “ uma comidinha da mãe”.
congresso das academias - fortaleza
Apoios à pobreza
Instituto de Acção Social
Ponta Delgada - Apresentação
Região Autónoma dos Açores.
-1 5 0 0
Divisões de Acção Social
Encontre aqui as competências, contactos e âmbito geográfico das divisões de acção social.
Compete às Divisões de Acção Social:
- Inventariar as necessidades e recursos existentes no âmbito da sua área de actuação fazendo o diagnóstico das situações de carência social; Contribuir para a consciencialização dos indivíduos e das famílias quanto às necessidades reais e recursos, com vista à elaboração de projectos que levem à aceleração do processo do desenvolvimento sócio-económico;
- Promover a participação das populações nas soluções dos seus problemas no quadro do processo de desenvolvimento local e regional;
- Fomentar e apoiar o voluntariado no âmbito do sector;
- Promover e coordenar acções de apoio às famílias, indivíduos e grupos, visando dar respostas adequadas aos problemas apresentados;
- Desenvolver, dinamizar e apoiar acções tendentes à integração social dos indivíduos ou grupos marginalizados;
- Propor a criação de equipamentos sociais, de acordo com as necessidades inventariadas, e orientá-los tecnicamente;
- Cooperar com as instituições particulares de solidariedade social, nos termos dos protocolos e acordos de cooperação e ou de gestão celebrados;
- Acompanhar o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social, bem como o cumprimento dos termos dos protocolos e acordos celebrados;
- Acompanhar o funcionamento das instituições de apoio social com fins lucrativos, bem como verificar as condições para a concessão de alvarás.
Programas Integrados de Combate à Pobreza e Exclusão
Devido à necessidade da modernização contínua das políticas sociais do Instituto de Acção Social e da adequação dos seus instrumentos de trabalho, no sentido da melhoria da qualidade das respostas e da racionalização dos recursos técnicos, financeiros e logísticos disponíveis, implementaram-se, a partir de 2005, os seguintes Programas:
1º - Intervenção Sócio-Familiar - Programa que se destina ao apoio integrado à família em crise ou em situação de vulnerabilidade a partir de três eixos de acção social que se interligam: o Rendimento Social de Inserção e o Apoio à Precaridade Temporal; os Equipamentos Sociais e os Serviços de Proximidade na área da infância, juventude, idoso e família; e um último eixo de Emergência e Voluntariado de Vizinhança, promovendo caminhos para a autonomia e inserção na comunidade.
2º - Emergência – Crianças e Jovens em Risco - programa prioritário de intervenção que compreende três eixos, nas seguintes áreas: prevenção; promoção e protecção; acolhimento e emergência familiar; intervenção precoce e promoção de actividades lúdico - pedagógicas, dirigidos aos menores, jovens e suas famílias;
3º - Desenvolvimento e Suporte Social em Rede - programa destinado à organização de redes de intervenção descentralizada com apoios e serviços comunitários, rápidos, eficazes e flexíveis, concertados com entidades locais.
Este programa visa promover a inserção de po-pulações em situação permanente ou temporária de vulnerabilidade social, na perspectiva da garantia dos seus direitos de participação na sociedade, destinando-se essencialmente a: mulheres vítimas de violência, famílias disfuncionais, idosos, deficientes, doentes crónicos e doentes mentais;
4º - Reabilitação e Reintegração – Apoio Personalizado a Grupos de Elevado Risco de Exclusão – programa dirigido a pessoas caracterizadas por uma forte fragilidade relacional e isolamento social, decorrente de trajectórias de vida compostas por processos de tensão social contínua e estigmatização grave, como são os casos dos cidadãos sem abrigo, dos cidadãos repatriados, reclusos, ex-reclusos, toxicodependentes, imigrantes em exclusão e jovens sob o sistema de justiça. Este programa procura encontrar novas respostas, articuladas e equacionadas, através de projectos e equipas pluridisciplinares de integração e acompanhamento terapêutico e ocupacional;
5º - Percursos de Integração Social e Profissional – programa que se desenvolve recorrendo a parcerias com os serviços do emprego e formação profissional e da economia e que procura dinamizar uma estratégia activa de inserção profissional de pessoas com índices de empregabilidade baixos, principalmente beneficiários do Rendimento Social de Inserção, em projectos de formação sócio-profissional, auto-emprego apoiado e de economia solidária, através da criação de empresas de inserção;
6º - Desenvolvimento Local em Zonas de Intervenção Social Prioritária – programa de criação de projectos de acção social local em territórios urbanos e rurais com problemáticas de pobreza e exclusão intensas, conjugando metodologias e estratégias participativas de desenvolvimento educacional, habitacional, social, empresarial, cultural, desportivo e ambiental, para a resolução dos problemas das comunidades.
7º - Observação Social e Formação de Competências Sócio e Técnico – Profissionais - programa que tem por objectivo a adequação da análise das carências sociais dos territórios onde os Serviços de Acção Social intervêm nas diferentes necessidades de formação das pessoas em situação de pobreza e exclusão, reconhecendo, validando e promovendo o aumento de capacidades que facilitem a inserção social
Rendimento Social de Inserção
Medida de protecção social activa que visa assegurar condições mínimas de subsistência a todos os cidadãos que residem legalmente em Portugal, promovendo a inserção de pessoas e famílias excluídas ou em risco de exclusão.
Mais do que uma simples prestação social, o Rendimento Social de Inserção é uma proposta concreta para ajudar a eliminar a pobreza, o desemprego, as desigualdades sociais mais gritantes e promover níveis educacionais adequados, assim como a participação social, económica e política, dando vez e voz a quem não as tem.
Consiste numa prestação incluída no subsistema de solidariedade e num programa de inserção, de modo a conferir às pessoas e aos seus agregados familiares apoios adaptados à sua situação pessoal, que contribuam para a satisfação das suas necessidades e que favoreçam a sua progressiva inserção profissional e social.
Por forma a assegurar a eficácia da implementação da presente medida foi criado um Gabinete de Coordenação Regional com o objectivo de garantir um maior acompanhamento técnico, uma maior proximidade aos Núcleos Locais de Inserção, uma maior implicação de todos os sectores intervenientes e uma maior dinamização das parcerias.
A acção do Rendimento Social de Inserção desenvolve-se, assim, através de uma lógica de parceria e cooperação que encontra a sua extensão no terreno através de Núcleos Locais de Inserção (NLI), estruturas operativas vocacionadas, essencialmente, para a vertente da Inserção, preconizada pela Medida.
Estas estruturas têm base concelhia e integram representantes dos sectores da Educação, Saúde, Emprego, Segurança Social, Habitação e Autarquias, cuja participação sendo obrigatória, para além de outras entidades públicas ou privadas, que por protocolo, formalizem a respectiva parceria, nomeadamente Instituições Particulares de Solidariedade Social, entidades sindicais e patronais.
Neste contexto, o Instituto de Acção Social considerou prioritário criar novos processos e metodologias, assentes na lógica da proximidade à população, na especialização e diferenciação de estratégias consoante os públicos-alvo, assegurando a desejada integração comunitária das famílias, apostando na inserção sócio-profissional como elemento central da eficácia desta medida. Para tal, criou a Rede Regional de Centros de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial das Famílias beneficiárias do Rendimento Social de Inserção.
Esta Rede de Centros institui um novo modelo de envolvimento da sociedade civil, através da celebração de protocolos entre a Segurança Social/ Instituto de Acção Social e as Instituições Particulares de Solidariedade Social ou entidades afins, visando o desenvolvimento de acções de acompanhamento dos beneficiários do Rendimento Social de Inserção com o objectivo de promover e potenciar a sua autonomia e integração.
ex-sem abrigo
Cavalheiro e ex-sem abrigo
Dora Mota
Encarando o aprumo de Alberto Basto, 80 anos, ninguém adivinha que já viveu na rua. Mas assim foi, até encaixar-se numa camarata, na Rua de Trás.
Foi aí que encontrou a equipa do padre Jardim, regente dos centros sociais da Vitória e S. Nicolau e, desses lugares, provavelmente o mais estimado homem. Alberto vive numa residência e almoça no Centro de Dia."Tive a sorte de cair aqui", desabafa.
Em novo, foi empregado de mesa. "Cheguei a granjear muitas simpatias entre os clientes", conta, com o vocabulário selecto que é a sua forma natural de conversar. Ficaram-lhe os maneirismos da profissão na delicadeza dos gestos, na postura contida e educada.
O que lhe faltou foi rumo, durante anos. Solteiro, a morte do pai desmoronou-o. Tem família, mas não lhe é muito chegada. Na hora da reforma, não tinha tecto. "Passei muito, dormi muitas vezes em escadas de prédios velhos, cheio de frio". Está agora abrigado, mas continua só. Alberto Basto acomodou-se ao seu tempo sobrante com a distinção que é a sua marca d"água.
Sai cedo de casa, atravessa lentamente a Baixa, que as pernas já lhe falham, leva os jornais gratuitos para as suas companheiras de almoço. Sobe à Cordoaria e, até ao almoço, instala-se no café O Lanchinho da Vitória, onde estará, talvez agora, a ler a sua própria história.
As voltinhas de Rosinha
Rosa Moura tem 86 anos mas não se nota. Magra, ligeira em palavras e actos, assim é esta portuense há muitas décadas em Leça do Balio (Matosinhos). Todas as manhãs toma o autocarro para a Cordoaria e só depois das cinco e meia, seis horas, faz a viagem de regresso.
Quando lhe inquirimos a vida, responde com prontidão: "Tenho duas filhas. Uma está a viver comigo, mas é a mesma coisa que não tenha ninguém. Como me dou mal com a minha filha, não quero estar em casa", conta Rosa, Rosinha, como é conhecida no Centro de Dia da Vitória, onde almoça e de onde leva sopa para jantar.
Não dá para descortinar, na versão de Rosinha, o que é facto e o que é a sua impressão ressentida da realidade familiar. Sai, então, de casa cedo, e entretém-se a passear: "Meto-me no autocarro e vou dar uma voltinha".
Não quer ouvir falar de ir para um lar. "Eu não gosto de estar presa, presa é quando morrer", argumenta. Mas admite um túnel de tristeza, embora também reconheça que não dá o braço a torcer por aquilo que, nessa condição familiar que suporta, lhe poderá caber.
E todos os dias, sozinha na maioria das horas, ligeira e desempenada, Rosinha dá as suas voltinhas. "Deus me dê forcinha nas pernas".
A ver passar os autocarros
Clarinha - ali, no Centro de Dia da Vitória, os nomes são mimados - tem 71 anos e uma história triste. Mas ri-se, a cada passo, parecendo desprender-se das desgraças. Natural de Braga, rumou nova para o Porto, no rasto do trabalho.
Narra-se em resumida sequência: "Vim para aqui com 19 anos, trabalhei em fábricas e fui reformada, agora ando aqui". O quarteirão da Vitória é imenso para a sua tirana bronquite.
Vive num quarto arrendado, na Vitória. Solteira, com família que mal conhece, já foi outra pessoa. "Eu tive casa, mas depois adoeci da cabeça". Esteve internada para curar a depressão e, ao longo desse processo, ficou sem casa. "Fazia tudo, fazia a comidinha, depois não sabia cozinhar, nem fazer nada".
Costuma sentar-se na paragem a ver os autocarros passar. Rosa, Rosinha, é uma das companheiras de almoço no Centro de Dia. "A gente lá fala, ri-se dum lado, ri-se do outro e assim vamos passando o tempo".
O riso espanta a solidão
Na sua pequena sala, no Porto, Maria de Jesus (nome fictício) começa por soltar uma clara gargalhada, que não é de pessoa triste. É um riso farto, toalha estendida. Está só e admite, sem rodeios, que sente muito a solidão, espigão no peito desde que lhe morreram a mãe, velhinha, e o irmão, muito doente.
A alma inquieta explica a falta de amargura. "Tenho, sempre tive, muita força de vontade". Conformou-se com o que tinha que se conformar - a perda de mobilidade e de autonomia (tem apoio domiciliário da Liga Portuguesa de Profilaxia Social).
Agarrou-se ao que se podia agarrar - às boas recordações da família, às memórias da sua vida de contrastes passada entre Trás-os-Montes e o Porto, às caminhadas, às idas à piscina, aos convívios com outras idosas sós, no café.
"Sinto-me só e por isso procuro companhia". Também telefona a quem estima: "O telefone é onde gasto mais dinheiro". A solidão arranha-a, mas não a consome. "Se olharmos em volta, há sempre quem esteja pior".
1º jantar
Correu bem o 1º jantar da nova Direcção. Não eramos muitos, mas eramos Compadres; apetecia-me dizer que eramos poucos mas bons. Discutiu-se muito o que fazer, como o fazer, ideias, solidariedade, sem-abrigos, loja da solidariedade... sem perder o ritmo de um jantar bem servido e confeccionado com qualidade. O vinho da D. Ermelinda estava magnífico, porque, e acima de tudo o mais, era bebido entre amigos, com amigos, por Compadres. Lá se iam sucedendo merecidos Gaviões de Penacho, com a moderação merecida e imposta pela estrutura do debate e da refeição.
Os pastelinhos de bacalhau estavam ótimos. A açorda de bacalhau merecia comentário de Eça: supimpa. O bacalhau no forno à moda da Avó justificava que se quisesse se neto dela, ao mesmo tempo que o bacalhau de tomatada no forno fazia correr água na boca. Uma ceia de cardeais, quase merecia dizer-se.
Terça-feira, 5 de Abril de 2011
solidariedade
Do Gavião Informativo nº 53,
SOLIDARIEDADE
Não há dúvida que nos metemos, sempre, numa embrulhada desmesurada, quando nos queremos atirar para a frente…
Já se sabe, e já se sabia. Com o Compadre Weber à frente, como de tal foi incumbido por nós, avançámos para a já anteriormente pratica d’o “jantar dos sem-abrigo”. Com alegria, mas sempre alertando que “se não devem dar passos maiores que as pernas que temos”, e seguindo a intenção expressa pelos Compadres de juntarmos ajuda de outros, e outras organizações também, conseguiu-se:
O Compadre Weber…
- 2ª feira - Associação de Solidariedade Social Amor Azul, garantem todas as 2ª feiras;
- 3ª feira – a Academia, o Compadre Ilídio Vaz e compª, garantem todas as 3ª feiras; o Compadre oferece a comida uma vez por mês;
- 4ª feira – Um grupo de Funcionários do Modelo, com Paulo Neves; Paulo Neves oferece o que fôer possível;
- 5ª feira – novamente a Associação Amor Azul;
- 6ª feira – de 15 em 15 dias a Paróquia de Sta. Clara; restantes, a paróquia de Fajã de Baixo;
- Sábados – 1º da Academia, o Compadre Subtil e compª; restantes sábados já estão garantidos;
- Domingos - em organização.
O pão é dado pela padaria Gomes, e os pratos, talheres e copos, pela Academia. Bebida é laranjada.
As despesas são pequenas, ainda que pareça grande o projecto: cada refeição para 30/35 pessoas fica por cerca de 30 euros…Vamos a ver o que daqui sai. Um Gavião de Penacho.
cumpriram tirocínios
Cumpriram tirocínios, mas ainda não terão decidido ser Compadres:
- Ana Maria Tavares Costa Simas, padrinho António Silveira;
- Celeste A. G. da Cruz Marques, padrinho Manuel Cruz Marques;
- José António Rodrigues de Melo, padrinho António Silveira;
- Letícia M. L. Paz Mota, padrinho Manuel Mota;
- Isabel Maria F. G. T. Cabral de Sousa, padrinho Perry Nava;
- Pedro Miguel G. Raposo, padrinho Perry Nava
O que dizem os padrinhos?
O que dizem os compadres?
Estamos a aguardar.
Sexta-feira, 1 de Abril de 2011
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Compadres,
Recebi dos CTT um mail convidativo, relativo ao livro recém-editado sobre a epopeia do bacalhau.
Sei queé mais um. E é um pouco caro (não comprei!). Mas é interessante (já vi!) e, mais, contém filatelia.
Para quem gosta...
Segue cópia do mail recebido:
Boa tarde Sr João,
Como acordado, envio-lhe em anexo algumas imagens do livro de filatelia lançado pela Direcção de filatelia dos Correios, este mês intitulado “Epopeia do Bacalhau”. Este livro traça a evolução histórica da pesca do bacalhau. Tem uma tiragem limitada de 5000 exemplares (estes livros nunca são reeditados e constituem peças únicas de colecção) e é uma edição bilingue que inclui uma emissão de selos comemorativa da pesca do bacalhau. O seu valor é de 45€. Pode uma boa opção de oferta.
Cumprimentos
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CTT
Luísa Paiva
Loja Vasco da Gama (P. Delgada)
ec1006@ctt.pt
Telm.: +351 922 002 535
Site: www.ctt.pt
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Direcção Regional dos Açores
Av. Antero de Quental, 9
9504-544 PONTA DELGADA
Tel.: +351 296 304 000
Fax: +351 296 304 040
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CTT. Consigo por um futuro sustentável
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Segue cópia da propaganda:
Livro
Livro "A Epopeia do bacalhau" Referência N.°: 20113519599 45,00 € Em stockFicha Técnica
A Epopeia do Bacalhau
The codfish epic
O Professor Álvaro Garrido traça a evolução histórica da pesca do bacalhau, descrevendo as vicissitudes dessa actividade, os perigos, os métodos de pesca, a vida a bordo e a importância do bacalhau na economia portuguesa. David Lopes Ramos reflecte sobre a importância deste peixe nos hábitos alimentares dos portugueses apresentando as receitas clássicas do bacalhau. Trata-se de uma edição profusamente ilustrada, sobretudo com iconografia do acervo do Museu Marítimo de Ílhavo. De tiragem numerada e limitada a 5.000 exemplares, contém 6 selos com o valor facial de €3,45 da emissão filatélica Pesca do Bacalhau de 2000.
Edição bilingue.
A ideia é dar notícia e, se calhar, leiloar um exemplar.
Será??
Gavião de Penacho
Segunda-feira, 28 de Março de 2011
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Do Edital da nossa página Web tirei:

Gavião de Penacho